Well, today I had great difficult to mount a SDCard on my Windows 7 virtual machine created with Virtualbox. So I decide create this topic to help people like me.
Enough talking let's do this.
In first place open a Terminal and allow sudo access, more information at: http://support.apple.com/kb/HT4103
Then you need discover where is mounted your SDCard. Use the command
mount
The exit will show yours mounted disks, mine looks like this:
/dev/disk0s2 112Gi 90Gi 22Gi 81% /
devfs 187Ki 187Ki 0Bi 100% /dev
map -hosts 0Bi 0Bi 0Bi 100% /net
map auto_home 0Bi 0Bi 0Bi 100% /home
/dev/disk1s1 1.9Gi 441Mi 1.5Gi 23% /Volumes/SMI
Where /dev/disk1s1 is my SDCard storage, my disk is disk1 and the partition is s1
Unmount it with the command:
diskutil unmount /Volumes/SMI/
And then, list all partitions on the disk with the follow command:
vboxmanage internalcommands listpartitions -rawdisk /dev/disk1
Like said before, in my case I have only one partition:
Number Type StartCHS EndCHS Size (MiB) Start (Sect)
1 0x06 0 /3 /63 982 /54 /54 1934 251
Now we have to create a RawDisk to be read on VirtualBox
vboxmanage internalcommands createrawvmdk -filename ~/SDCARD.vmdk -rawdisk /dev/disk1s1
You should see an exit like:
RAW host disk access VMDK file /Users/myuser/SDCARD.vmdk created successfully
Now give permission then Windows will be able to read and write into the disk:
chown mysuser ~/SDCARD.vmdk
Where is shown myuser should be replaced by your user that is running Virtualbox
Last step:
chmod 766 ~/SDCARD.vmdk
Now just mount as "Existing Disk" in VirtualBox Storage tab.
That's it, any doubt let me known.
Edited.
You may have problems with some access permission, for example:
Error opening the raw disk: VERR_ACCESS_DENIED
This can be fixed executing this command:
chmod 666 /dev/disk1
Thank you.
Blog do Descio
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Peugeot? Mico ou opcão?
Meu novo Peugeot 408 estacionou em minha garagem a pouco mais de 2 meses. Acreditem, uma decisão aparentemente simples, tornou-se uma saga muito complexa. Vou tentar expor em poucas palavras como cheguei a essa decisão.
Comecei fazendo o que qualquer um faria antes de comprar um carro (eu acho), fui pesquisar! Sai em busca de ajuda de sites especializados, pessoas que já tiveram o carro, dicas de compra, e claro test driver.
Primeiramente, fiz uma lista das principais características que gostaria de ter em meu veículo, no meu caso: ar-condicionado, direção macia (elétrica, hidráulica, eletro-hidráulica...), freios ABS/EBD com disco nas 4 rodas, câmbio automático, farol de neblina, e motor com mais de 130cv. E também fiz uma lista de itens que seriam bom ter, mas que eu abria mão em pró do custo: piloto automático, controle de cruzeiro, sistema multimídia, controle de tração e controle de estabilidade.
Em segundo lugar, defini um orçamento para meus gastos com o veículo. Somei seguro, revisões, gasto esperado com combustível, etc...
Com minha wishlist em mãos, fui a caça, resolvi não excluir nenhuma marca (sim, considerei as chinesas), e como meu tempo é escasso, apenas em meu horário de almoço fui as concessionárias ver os veículos e se possível fazer o test driver. Segue um resumo da saga.
Primeira visita GM. Chegando lá o atendimento inicial foi apenas mediano, uma mocinha me perguntou o que eu queria, fez um pré cadastro, e logo veio um vendedor me perguntando "o que você quer", prontamente respondi "vim para ver um carro". Passando a parte obvia, resolvi dar uma olhada no Cruze, que para minha infelicidade não tinha nenhum na concessionária. Então fui embora, com a promessa do vendedor me ligar para ver o carro quando houvesse um disponível para o test driver. Passaram-se três dias o vendedor me liga, dirijo-me a concessionária e lá está, um belo Cruze LT cor Verde Lotus, entro no carro e me sinto como uma sardinha. Não sou alto, tenho 1.75, mas estou acima do peso, e a impressão que tive foi que o Cruze não foi feito para pessoas com minhas características. De qualquer forma resolvi dirigi-lo, mas novamente para minha infelicidade, não poderia ir a rua, pois aquele veículo já estava vendido e não poderia sair de dentro da concessionária. Novamente, o vendedor ficou de ligar quando houvesse um carro para test driver. Dois dias se passam, o vendedor me liga, dizendo que havia um carro para o test driver. Dessa vez sim, fui a rua, mas para minha tristeza apenas na região próxima a concessionária, insuficiente para sentir o carro, mas suficiente para ter uma impressão. Carro bom, para pessoas pequenas e magras, motor mediano, com marchas confusas, em 10 minutos de test driver, deu para sentir que o câmbio não decidia qual marcha deveria estar.
Vamos à segunda visita: Fiat. Fui por indicação de um amigo, que já havia comprado um veículo lá e me recomendou o mesmo vendedor. Chegando lá, esperei alguns minutos até o vendedor voltar do almoço, como um relógio inglês o vendedor chego no horário combinado. Começou fazendo a pergunta correta, "O que você espera do carro que quer comprar?", descrevi minha wishlist e ele me sugeriu o Linea. Conversamos um pouco e fomos ao test driver. O vendedor aparece com um belo Linea Essense Automático da cor Branco Banchista. Saímos com o carro em direção a auto estrada, agora sim deu para sentir o carro, em velocidades acima de 100 e podendo realizar acelerações maiores, deu para ver a evolução no câmbio automatizado da Fiat, mas ainda assim um câmbio automatizado, trocas bruscas que mesmo em baixas rotações são sentidas pelos motorista. Mas esquecendo a parte de digiribilidade, vamos aos detalhes, o acabamento do carro deixou muito a desejar, peças mal encaixas, plástico barato, e espaço apenas mediano. Voltamos a concessionária, deixei meus dados com o vendedor que ficou de retornar quando tivesse um Linea Absolute para o test drive, mas que até o momento nenhum retorno.
Terceira visita Volkwagen, uma das piores recepções, depois de 10 minutos esperando, aparece uma moça pergutandos meus dados e em seguida encaminhando para um vendedor, alguns minutos depois aparece um vendedor, uma pessoa simpática, mas limitado pela imposições da concessionária. Novamente para minha infelicidade o carro escolhido não estava disponível nem para visualização. O vendedor ainda comentou a respeito do veículo, mas deixo claro que seria muito difícil mexer no preço, que teriamos que negociar no momento de fechar negócio. Vou embora com um encarte e a promessa de um ligação quando o Jetta, carro que escolhi, estivesse disponível para test drive. Quinze dias depois ele me ligou, mas já havia comprado o carro.
Quarta visita, Nissan. Chegando lá o atendimento foi rápido, de imediato uma mocinha anotou meus dados e logo em seguida o vendedor apareceu, mas parou por ai. O vendedor pareci não querer vender o carro, parecia mais aquele tiu que comprou um carro e esta falando dele pros amigos. Test driver nem pensar, para mostrar o carro, tive que insistir. Como o carro que gostei, o Nissan Sentra, já está sendo reformulado este ano, acabei desistindo e indo embora.
Quinta visita Toyota. Sem recepção, o vendedor veio diretamente falar comigo, disparado o melhor atendimento, um senhor centrado, que entendia muito do carro que apresentava. Pedi para ver o Corolla. Ele me mostrou os modelos que estavam no showroom e prontamente ofereceu um test drive. Fomos ao test driver, em um modelo 1.8 Cinza Galáctico. Ao sair da concessionária já senti o motor querendo mostrar para que veio, um pequena cantada de pneus em um aclive ao sair da concessionária e fomos a auto estrada. Minha primeira impressão do carro foi muito boa, mesmo com suas 4 marchas tem um bom equilíbrio entre câmbio e motor. O acabamento interno é muito bom, e a troca de marchas no paddle shit da um toque a mais. Mas internamente me fez muito lembrar meu carro de 2003, pouca tecnologia embarcada, apenas um bluetooth e uma central multimída como opcional. Voltamos a concessionária e iniciamos a negociação. Eu realmente havia gostado do carro, mas o valor estava acima do meu orçamento planejado. Fiz uma proposta e fui embora, com a esperança que o vendedor me ligasse posteriormente para negociação. Ele me ligou cerca de 15 dias depois, mas já havia realizado a compra do veículo atual.
Quinta visita Honda. Dessa vez levei minha namorada junto, em uma manhã de sábado fui a concessionária próximo a minha casa. Chegando lá, uma mocinha nos atendeu e nos chamou um vendedor, para minha surpresa, sem recolher informação alguma. Esperei alguns minutos até o vendedor aparece e logo em seguida apareceu um homem de meia idade, parecendo um lutador de wrestling indo para uma luta. Me mostrou um Civic que estava no showroom, mas sem muito esforço. Não mencionou nada a respeito do carro, tive que perguntar tudo, fomos a uma parte externa da loja para ver o modelo no qual eu estava interessado, mas mesmo assim, tive que continuar insistindo para me apresentar o veículo. Pedi para fazer um test driver, pois se fosse esperar o vendedor ainda estaria lá. Depois de 10 minutos de espera, o vendedor apareceu com o carro. Fomos ao test drive em um Civic 1.8 cor Cinza Iridium, como esperado o conjunto câmbio motor tem uma ótima harmonia, assim como como o Corolla, os paddles shit são algo a mais no carro. O acabamento interno muito bom, e o display muito bonito, mas o painel nem tanto. Rodamos em uma via local, com limite de velocidade de 60km/h o que me deu a impressão que não houve espaço e tempo suficiente para sentir o carro. Mas com a má vontade do vendedor, não quis insistir. Voltamos a concessionária para a negociação, a qual ocorreu em pé sem nem se quer um questionamento sobre minhas condições de compra. Fui embora, sem a mínima pretensão de voltar aquela concessionária.
Sexta visita Peugeot. Novamente, levei minha namorada junto, chegamos a concessionária aonde uma mocinha nos encaminhou a um vendedor. Uma pessoa muito simpática, poderiamos definir como um vendedor típico. Muito atencioso mostrou todas as características do veículo, nesse caso um Peugeot 408. Ele nos ofereceu para ligar o veículo dentro do showroom, apenas para mostrar as funcionalidade do sistema multimídia. Pedi para fazer um test drive, prontamente saímos com o carro, um Peugeot 408 2.0 cor Perla Nera. Ao contrário do esperado, achei o câmbio macio, as trocas macias, um pouco lentas, assim como no Cruze, mas nada que possa atrapalhar. A resposta do motor é muito boa, e a aceleração excelente assim como no Corolla. Gostei do carro, então fomos a mesa de negociação, disparado a melhor negociação.
Após muito pensar, fui pesquizar, pois a devalorização do Peugeot é maior, então o valor teria que compensar esse fator. Depois de muito conversar, com alguns opcionais a mais, fechei no 408. Com uma entrada e o restante sem juros.
Então aqui estou eu, com um Peugeot 408 2.0 Automático, com todos os itens de minha wishlist e de quebra um teto-solar que não era um requisito, pelo valor de um Corolla/Civic modelo de entrada.
O seguro me surpreendeu no começo, mas depois de uma pequena saga, citada em outro tópico, não chegou a ser um problema.
Então essa é minha história, comente e falem sobre a de vocês, daqui 1/2 anos tem mais dessas, até lá! Deseje-me sorte!
Comecei fazendo o que qualquer um faria antes de comprar um carro (eu acho), fui pesquisar! Sai em busca de ajuda de sites especializados, pessoas que já tiveram o carro, dicas de compra, e claro test driver.
Primeiramente, fiz uma lista das principais características que gostaria de ter em meu veículo, no meu caso: ar-condicionado, direção macia (elétrica, hidráulica, eletro-hidráulica...), freios ABS/EBD com disco nas 4 rodas, câmbio automático, farol de neblina, e motor com mais de 130cv. E também fiz uma lista de itens que seriam bom ter, mas que eu abria mão em pró do custo: piloto automático, controle de cruzeiro, sistema multimídia, controle de tração e controle de estabilidade.
Em segundo lugar, defini um orçamento para meus gastos com o veículo. Somei seguro, revisões, gasto esperado com combustível, etc...
Com minha wishlist em mãos, fui a caça, resolvi não excluir nenhuma marca (sim, considerei as chinesas), e como meu tempo é escasso, apenas em meu horário de almoço fui as concessionárias ver os veículos e se possível fazer o test driver. Segue um resumo da saga.
Primeira visita GM. Chegando lá o atendimento inicial foi apenas mediano, uma mocinha me perguntou o que eu queria, fez um pré cadastro, e logo veio um vendedor me perguntando "o que você quer", prontamente respondi "vim para ver um carro". Passando a parte obvia, resolvi dar uma olhada no Cruze, que para minha infelicidade não tinha nenhum na concessionária. Então fui embora, com a promessa do vendedor me ligar para ver o carro quando houvesse um disponível para o test driver. Passaram-se três dias o vendedor me liga, dirijo-me a concessionária e lá está, um belo Cruze LT cor Verde Lotus, entro no carro e me sinto como uma sardinha. Não sou alto, tenho 1.75, mas estou acima do peso, e a impressão que tive foi que o Cruze não foi feito para pessoas com minhas características. De qualquer forma resolvi dirigi-lo, mas novamente para minha infelicidade, não poderia ir a rua, pois aquele veículo já estava vendido e não poderia sair de dentro da concessionária. Novamente, o vendedor ficou de ligar quando houvesse um carro para test driver. Dois dias se passam, o vendedor me liga, dizendo que havia um carro para o test driver. Dessa vez sim, fui a rua, mas para minha tristeza apenas na região próxima a concessionária, insuficiente para sentir o carro, mas suficiente para ter uma impressão. Carro bom, para pessoas pequenas e magras, motor mediano, com marchas confusas, em 10 minutos de test driver, deu para sentir que o câmbio não decidia qual marcha deveria estar.
Vamos à segunda visita: Fiat. Fui por indicação de um amigo, que já havia comprado um veículo lá e me recomendou o mesmo vendedor. Chegando lá, esperei alguns minutos até o vendedor voltar do almoço, como um relógio inglês o vendedor chego no horário combinado. Começou fazendo a pergunta correta, "O que você espera do carro que quer comprar?", descrevi minha wishlist e ele me sugeriu o Linea. Conversamos um pouco e fomos ao test driver. O vendedor aparece com um belo Linea Essense Automático da cor Branco Banchista. Saímos com o carro em direção a auto estrada, agora sim deu para sentir o carro, em velocidades acima de 100 e podendo realizar acelerações maiores, deu para ver a evolução no câmbio automatizado da Fiat, mas ainda assim um câmbio automatizado, trocas bruscas que mesmo em baixas rotações são sentidas pelos motorista. Mas esquecendo a parte de digiribilidade, vamos aos detalhes, o acabamento do carro deixou muito a desejar, peças mal encaixas, plástico barato, e espaço apenas mediano. Voltamos a concessionária, deixei meus dados com o vendedor que ficou de retornar quando tivesse um Linea Absolute para o test drive, mas que até o momento nenhum retorno.
Terceira visita Volkwagen, uma das piores recepções, depois de 10 minutos esperando, aparece uma moça pergutandos meus dados e em seguida encaminhando para um vendedor, alguns minutos depois aparece um vendedor, uma pessoa simpática, mas limitado pela imposições da concessionária. Novamente para minha infelicidade o carro escolhido não estava disponível nem para visualização. O vendedor ainda comentou a respeito do veículo, mas deixo claro que seria muito difícil mexer no preço, que teriamos que negociar no momento de fechar negócio. Vou embora com um encarte e a promessa de um ligação quando o Jetta, carro que escolhi, estivesse disponível para test drive. Quinze dias depois ele me ligou, mas já havia comprado o carro.
Quarta visita, Nissan. Chegando lá o atendimento foi rápido, de imediato uma mocinha anotou meus dados e logo em seguida o vendedor apareceu, mas parou por ai. O vendedor pareci não querer vender o carro, parecia mais aquele tiu que comprou um carro e esta falando dele pros amigos. Test driver nem pensar, para mostrar o carro, tive que insistir. Como o carro que gostei, o Nissan Sentra, já está sendo reformulado este ano, acabei desistindo e indo embora.
Quinta visita Toyota. Sem recepção, o vendedor veio diretamente falar comigo, disparado o melhor atendimento, um senhor centrado, que entendia muito do carro que apresentava. Pedi para ver o Corolla. Ele me mostrou os modelos que estavam no showroom e prontamente ofereceu um test drive. Fomos ao test driver, em um modelo 1.8 Cinza Galáctico. Ao sair da concessionária já senti o motor querendo mostrar para que veio, um pequena cantada de pneus em um aclive ao sair da concessionária e fomos a auto estrada. Minha primeira impressão do carro foi muito boa, mesmo com suas 4 marchas tem um bom equilíbrio entre câmbio e motor. O acabamento interno é muito bom, e a troca de marchas no paddle shit da um toque a mais. Mas internamente me fez muito lembrar meu carro de 2003, pouca tecnologia embarcada, apenas um bluetooth e uma central multimída como opcional. Voltamos a concessionária e iniciamos a negociação. Eu realmente havia gostado do carro, mas o valor estava acima do meu orçamento planejado. Fiz uma proposta e fui embora, com a esperança que o vendedor me ligasse posteriormente para negociação. Ele me ligou cerca de 15 dias depois, mas já havia realizado a compra do veículo atual.
Quinta visita Honda. Dessa vez levei minha namorada junto, em uma manhã de sábado fui a concessionária próximo a minha casa. Chegando lá, uma mocinha nos atendeu e nos chamou um vendedor, para minha surpresa, sem recolher informação alguma. Esperei alguns minutos até o vendedor aparece e logo em seguida apareceu um homem de meia idade, parecendo um lutador de wrestling indo para uma luta. Me mostrou um Civic que estava no showroom, mas sem muito esforço. Não mencionou nada a respeito do carro, tive que perguntar tudo, fomos a uma parte externa da loja para ver o modelo no qual eu estava interessado, mas mesmo assim, tive que continuar insistindo para me apresentar o veículo. Pedi para fazer um test driver, pois se fosse esperar o vendedor ainda estaria lá. Depois de 10 minutos de espera, o vendedor apareceu com o carro. Fomos ao test drive em um Civic 1.8 cor Cinza Iridium, como esperado o conjunto câmbio motor tem uma ótima harmonia, assim como como o Corolla, os paddles shit são algo a mais no carro. O acabamento interno muito bom, e o display muito bonito, mas o painel nem tanto. Rodamos em uma via local, com limite de velocidade de 60km/h o que me deu a impressão que não houve espaço e tempo suficiente para sentir o carro. Mas com a má vontade do vendedor, não quis insistir. Voltamos a concessionária para a negociação, a qual ocorreu em pé sem nem se quer um questionamento sobre minhas condições de compra. Fui embora, sem a mínima pretensão de voltar aquela concessionária.
Sexta visita Peugeot. Novamente, levei minha namorada junto, chegamos a concessionária aonde uma mocinha nos encaminhou a um vendedor. Uma pessoa muito simpática, poderiamos definir como um vendedor típico. Muito atencioso mostrou todas as características do veículo, nesse caso um Peugeot 408. Ele nos ofereceu para ligar o veículo dentro do showroom, apenas para mostrar as funcionalidade do sistema multimídia. Pedi para fazer um test drive, prontamente saímos com o carro, um Peugeot 408 2.0 cor Perla Nera. Ao contrário do esperado, achei o câmbio macio, as trocas macias, um pouco lentas, assim como no Cruze, mas nada que possa atrapalhar. A resposta do motor é muito boa, e a aceleração excelente assim como no Corolla. Gostei do carro, então fomos a mesa de negociação, disparado a melhor negociação.
Após muito pensar, fui pesquizar, pois a devalorização do Peugeot é maior, então o valor teria que compensar esse fator. Depois de muito conversar, com alguns opcionais a mais, fechei no 408. Com uma entrada e o restante sem juros.
Então aqui estou eu, com um Peugeot 408 2.0 Automático, com todos os itens de minha wishlist e de quebra um teto-solar que não era um requisito, pelo valor de um Corolla/Civic modelo de entrada.
O seguro me surpreendeu no começo, mas depois de uma pequena saga, citada em outro tópico, não chegou a ser um problema.
Então essa é minha história, comente e falem sobre a de vocês, daqui 1/2 anos tem mais dessas, até lá! Deseje-me sorte!
segunda-feira, 4 de março de 2013
Seguro pra quem?
Bem, continuando minhas postagens de assuntos aleatórios, hoje decidi escreve um tópico a respeito de um problema que tenho convivido nos últimos dias, Seguro Automotivo.
Troquei de carro recentemente, o primeiro que coloquei em meu nome, e assim como o carro o seguro também foi o primeiro em meu nome. Ai começou meu pesadelo!
Primeiramente, como bom preguiçoso que sou, deixei a cargo da seguradora parceira da concessionária fazer a busca pelo seguro, ai veio a primeira surpresa, primeira avaliação do seguro 9% do valor do carro!! Isso mesmo 9% do valor do carro, para ser mais preciso 8.9%. Perguntei a corretora o PORQUÊ do valor exagerado, sendo que a média do mercado para meu veículo é de 3%, ela me disse que havia realizado a pesquisa em várias seguradoras, mas meu perfil é considerado de risco para a seguradora.
Bem vamos a análise, tenho mais de 10 anos de carteira de motorista, os quais sempre tive veículo. Próximo aos 30 anos, solteiro, utilizo o carro para ir ao trabalho. Moro em um bairro relativamente seguro, em casa em condomínio fechado, tenho garagem em casa e no trabalho. Fim da análise! E quanto aos outros fatores relevantes, que tenho um relacionamento estável a mais de 3 anos, que não saio, não frequento ambientes perigosos, não faço muitas viagens, que moro a 2 km do trabalho, que todo o trajeto possui boa pavimentação. Que o fato de eu ser solteiro não me torna mais irresponsável!
Então resolvi fazer uma busca em outras seguradoras, primeiramente a mais simples, fiz uma simulação no bankline em que sou correntista. Para minha surpresa o seguro completo, mesmo sem entrevista apenas preenchendo a ficha que o banco exige, sairia 5,5% do valor do carro. Então resolvi pesquisar mais a fundo a respeito e com isso surge um outro fator importante, não mencionado pela corretora, que existe a possibilidade de transferir a classe de bônus do seguro anterior para meu o seguro atual, mesmo a apólice do seguro anterior não estando em meu nome. Isso não é regra, mas hoje em dia a grande maioria das seguradoras aceitam.
Mas afinal de contas, o que é essa bendita classe de bônus. É uma espécie de gratificação para o bom motorista, ela aumenta conforme os anos de seguro assim como para idade do motorista, e diminui conforme o número de sinistro registrados junto a seguradora.
Então lá vou eu, entro novamente no site do banco, e faço uma nova simulação, agora somando a classe de bônus transferida de minha seguradora anterior, novo valor 3.5% do valor do carro!
As coisas começaram a melhorar ... minhas expectativa aumentam, mas resolvo ser paciente e entrar em contato com outros corretores (enquanto isso o carro estava na concessionária, esperando ser segurado. Como diz o ditado, o seguro morreu de velho). Ligo para vários corretores, mas para minha indignação corretores de seguro não trabalham aos sábados! Sinceramente, com a quantidade de dinheiro que eles ganham eu também não trabalharia. Espero até segunda-feira, no primeiro horário ligo para 3 corretores e agendo um horário para realizar uma cotação....
Bem, resumo da história, no final das contas vou pagar 3.5% do valor do carro e vou ter as mais vantagens que teria no primeiro valor orçado(9%). Mas então fica a pergunta, seguro pra quem? Para o cliente ou para a seguradora?
Troquei de carro recentemente, o primeiro que coloquei em meu nome, e assim como o carro o seguro também foi o primeiro em meu nome. Ai começou meu pesadelo!
Primeiramente, como bom preguiçoso que sou, deixei a cargo da seguradora parceira da concessionária fazer a busca pelo seguro, ai veio a primeira surpresa, primeira avaliação do seguro 9% do valor do carro!! Isso mesmo 9% do valor do carro, para ser mais preciso 8.9%. Perguntei a corretora o PORQUÊ do valor exagerado, sendo que a média do mercado para meu veículo é de 3%, ela me disse que havia realizado a pesquisa em várias seguradoras, mas meu perfil é considerado de risco para a seguradora.
Bem vamos a análise, tenho mais de 10 anos de carteira de motorista, os quais sempre tive veículo. Próximo aos 30 anos, solteiro, utilizo o carro para ir ao trabalho. Moro em um bairro relativamente seguro, em casa em condomínio fechado, tenho garagem em casa e no trabalho. Fim da análise! E quanto aos outros fatores relevantes, que tenho um relacionamento estável a mais de 3 anos, que não saio, não frequento ambientes perigosos, não faço muitas viagens, que moro a 2 km do trabalho, que todo o trajeto possui boa pavimentação. Que o fato de eu ser solteiro não me torna mais irresponsável!
Então resolvi fazer uma busca em outras seguradoras, primeiramente a mais simples, fiz uma simulação no bankline em que sou correntista. Para minha surpresa o seguro completo, mesmo sem entrevista apenas preenchendo a ficha que o banco exige, sairia 5,5% do valor do carro. Então resolvi pesquisar mais a fundo a respeito e com isso surge um outro fator importante, não mencionado pela corretora, que existe a possibilidade de transferir a classe de bônus do seguro anterior para meu o seguro atual, mesmo a apólice do seguro anterior não estando em meu nome. Isso não é regra, mas hoje em dia a grande maioria das seguradoras aceitam.
Mas afinal de contas, o que é essa bendita classe de bônus. É uma espécie de gratificação para o bom motorista, ela aumenta conforme os anos de seguro assim como para idade do motorista, e diminui conforme o número de sinistro registrados junto a seguradora.
Então lá vou eu, entro novamente no site do banco, e faço uma nova simulação, agora somando a classe de bônus transferida de minha seguradora anterior, novo valor 3.5% do valor do carro!
As coisas começaram a melhorar ... minhas expectativa aumentam, mas resolvo ser paciente e entrar em contato com outros corretores (enquanto isso o carro estava na concessionária, esperando ser segurado. Como diz o ditado, o seguro morreu de velho). Ligo para vários corretores, mas para minha indignação corretores de seguro não trabalham aos sábados! Sinceramente, com a quantidade de dinheiro que eles ganham eu também não trabalharia. Espero até segunda-feira, no primeiro horário ligo para 3 corretores e agendo um horário para realizar uma cotação....
Bem, resumo da história, no final das contas vou pagar 3.5% do valor do carro e vou ter as mais vantagens que teria no primeiro valor orçado(9%). Mas então fica a pergunta, seguro pra quem? Para o cliente ou para a seguradora?
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